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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria - De quem é a culpa?

Matéria publicada - Diário das Gerais - 29/01/2013 - PG -06 César Torres

    César Torres

                         Incêndio na Boate Kiss na Cidade de Santa Maria – RS neste dia 27 às 2:30 - causa a morte de 248 pessoas. Primeiramente temos que nos solidarizar com as famílias e lamentar grandemente por um fato que poderia ser evitado. Foram 248 vidas ceifadas, interrompendo o sonho de muitos jovens e causando a dor de dezenas de famílias.
            Buscar culpados para uma tragédia dessa magnitude é como tentar remendar uma roupa velha - sabemos que no Brasil é comum tentar responsabilizar alguém pelos acontecimentos, não agindo preventivamente. A omissão dos responsáveis, tanto da empresa como dos órgãos públicos, deveria ter um tratamento mais rigoroso pela justiça. Será quantos mais terão que morrer para se tomar atitudes sérias neste país?
             Tragédias iguais a esta, poderão se repetir em outras partes do país a qualquer momento, isto é uma realidade - a falta de seriedade na liberação de alvarás e até mesmo na fiscalização é comum nos municípios.  O episódio em foco será elencado com toda força da mídia no calor dos acontecimentos ou enquanto tiver audiência. Mas a vida continua - as notícias de impacto surgem diariamente, e tudo irá cair no esquecimento sem nenhuma providência efetiva, até acontecer outra tragédia idêntica em outro local. Este é o comportamento normal dos nossos governantes.
A legislação, principalmente a brasileira, estabelece normas rígidas para funcionamento de casas noturnas e realização de eventos com aglomeração de pessoas, mas a fiscalização normalmente é deficitária, e os responsáveis apostam na sorte e na impunidade. Novidade! Não! Até quando teremos que assistir eventos tão lamentáveis como estes? Apesar de fatos idênticos se repetirem todos os anos em vários países do mundo, as autoridades não praticam uma fiscalização preventiva proibindo o funcionamento de casas que não respeitam as normas de segurança.
            Abaixo vamos citar algumas tragédias em casas de shows pelo mundo, que também resultaram em perdas de vidas. E todos os acontecimentos ocorridos possuem as mesmas características de irresponsabilidade demonstrada na Boate Kiss, como a permissão de ingresso de pessoas excedendo a capacidade de segurança, além da inexistência de saída de emergência.
            Podemos afirmar que 90% das boates no Brasil, mesmo as que conseguiram os alvarás, não atendem rigorosamente as normas de segurança, pois, os órgãos são muitas vezes condescendentes com os proprietários. Esperamos que diante desta tragédia, sejam revisados todos os alvarás de casas de shows e boates, exigindo rigorosamente o cumprimente das normas de segurança, e o respeito à capacidade de cada ambiente, sob pena de serem fechadas.

2012 : 17 Agosto - Um incêndio que varreu uma discoteca popular na ilha tailandesa de Phuket matou quatro pessoas.
A fire that swept through a popular nightclub on the Thai island of Phuket killed four people early August 17.December 20092009: 5 de Dezembro - Fogos de artifício provocaram um incêndio e pânico em uma boate em Perm, na Rússia, matando 156 pessoas.

Fireworks triggered a fire and panic on December 5, 2009, at a nightclub in Perm, Russia, killing 156 people.2009 :1º. de Janeiro - Um incêndio em casa noturna de Bangcoc Santika upscale eclodiu enquanto cerca de 1.000 foliões estavam tocando no ano novo. Sessenta e quatro pessoas morreram no incêndio. A fire at Bangkok's upscale Santika nightclub broke out while about 1,000 revelers were ringing in the new year. Sixty-four people died in the fire , which led to the arrest of the nightclub's owner.
January 20092009: 31 de Janeiro - Fogos de artifício em uma festa de aniversário em um bar latino-estilo e restaurante em Changle City, em Fujian, província da  China, provocou um incêndio com 15 mortos
January 20092008: 19 de Abril - Quatorze espectadores morreram em um incêndio provocado por fogos de artifício que faziam parte de um show em uma boate em Quito, Equador.
December 20042004 A December 30, 2004, deadly nightclub fire killed 194 people in Argentina's capital, Buenos Aires.: 30 de Dezembro - O fogo na boate matou na capital da Argentina, Buenos Aires. 194 pessoas.
February 20032003: In perhaps the most widely-known nightclub tragedy over the past decade, 100 people died in a fire sparked by pyrotechnics used by the heavy metal band Great White at a nightclub in West Warwick, Rhode Island, on February 21, 2003. 21 de Fevereiro  - Show pirotécnico utilizada pela banda de heavy metal Great White em uma boate em West Warwick, Rhode Island, provocou incêndio, a tragédia provocou a morte de 100 pessoas.
December 20022002:The cause of the December 1, 2002 fire that killed 47 people in Caracas, Venezuela , never became clear -- firefighters said it could have started in the kitchen, or an electrical short circuit.1º. de dezembro - O incêndio dentro do clube em Caracas, Venezuela matou 47 pessoas
July 20022002: 20 de julho -  A celebration marking the two-month anniversary of the Utopia club in Lima, Peru, ended in the deaths of 28 people on July 20, 2002.Uma celebração que marca o aniversário de dois meses do clube Utopia, em Lima, Peru, terminou na morte de 28 pessoas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Criminalidade no Brasil. “Tolerância zero!”

Publicado Diário das gerais Caratinga - Dia 22/01/13 - PG.10


O Decreto-Lei N°. 2.848, de sete de dezembro de 1940, com 73 anos de existência, continua a direcionar as decisões judiciais no país. Pelo tempo de existência da lei, considerando a evolução social nesse período, mostra o descaso dos governantes, ao longo dos anos, em não assumirem um compromisso de tratar com mais seriedade as questões de segurança da sociedade brasileira, implantando leis mais duras. Deveria estas estar compatíveis com o avanço e a modernização das ações criminosas. Acomodam-se, e acham mais simples remendarem as leis que deveriam ser totalmente refeitas.

Estamos vivendo momentos de perplexidade com tanta violência e a inanição de nossos Deputados e Senadores, em não dar uma nova roupagem ao código penal brasileiro. O que será que estão pensando do povo Brasileiro? Será que acreditam que somos apenas um bando de anencefálicos e conformados, que tem que comer o que acharem salutar para nossas vidas? O que pensa a nossa Presidenta? Estamos convivendo com uma epidemia de criminalidade e a banalização da vida. Deveríamos partir para um levante popular para sensibilizar nossos governantes?

Os brasileiros em sua maioria deveriam deixar um pouco a hipocrisia e serem mais autêntico. No período eleitoral, quando os políticos se apresentam para mais uma vez buscarem o seu voto e a garantia da continuidade no maior antro de corrupção do país, o Congresso Nacional, com exceções de alguns parlamentares, em vez da população bajularem os políticos, deveria cobrar mais os seus interesses.

Podemos afirmar que se a criminalidade aumenta é graças a um conjunto de mazelas, como: Um governo fraco, um Congresso Nacional omisso, uma população acomodada, leis protecionistas e retrograda, justiça inoperante com uma lentidão impressionante, polícia mal preparada, mal paga, mal estruturada e um envolvimento e conivência com a criminalidade em índices elevados.

Podemos perceber pelos noticiários, que o Governo Federal e Congresso Nacional estão mais preocupados em garantir o poder político e limpar a sujeira ao longo dos anos a resolver as mazelas no Brasil a exemplo; da saúde, educação e da criminalidade, a mais preocupante de todas no momento.

Hoje o cidadão que ainda não foi vítima de ação de criminosos imagina que nunca irá ter esse dissabor, quando acontece é que se lembra de cobrar mudanças. É importante iniciativas para diminuir as ações da criminalidade antes de ser necessário o uso de violência extrema para retorno da paz e a tranquilidade. O crescimento populacional cada dia irá pressionar mais e mais as necessidades sociais, se não tivermos leis e ações acompanhando essa realidade, então estaremos irremediavelmente perdidos.

Podemos afirmar que a criminalidade está presente nos rondando a todo instante. Quem imaginaria o número tão representativo de roubo a bancos nos pequenos municípios do interior do Brasil, um tráfico de drogas tão ativo em pequenas e pacatas cidades, o impressionante número de assassinatos em todo Brasil.  Estamos convivendo com o perigo a todo instante, não sou um alarmista, o que ocorre é que a maioria da população não se preocupa em olhar à sua volta, estão tão preocupados em trabalhar, estudar e cumprir com o seu dever honestamente, que acostumou com os noticiários sangrentos, enquanto não se torna vítima.

Faz-nos crer que o alto escalão da política e judiciário, os maiores representantes de nossa sociedade e capazes de mudar nossa realidade, não se apressam em buscar solução para tamanha desordem social. Acreditamos que, imaginam que dificilmente serão vítimas da violência, pois, a condição social que vivem lhes possibilita uma blindagem que um reles mortal como nós jamais conseguiria. Restando somente para a sociedade a dor de ver familiar serem mortos, violentados e roubados. Estamos vivendo em país que prevalece a lei do mais forte, e assim sendo estamos vendo a nossa democracia se tornar apenas um sonho que se perdeu no tempo, para o egoísmo de nossos insanos governantes.

A insensibilidade de todos nos deixa atônitos. Estamos nas mãos de um bando de pessoas que usam apenas de falácias enganando a todos que a violência está sob controle. Por todos os meios foram criados artifícios na legislação para beneficiar os criminosos, que em troca beneficiam os políticos corruptos. Esta semana os noticiários divulgaram, que somente em são Paulo 1500 criminosos que receberam o benefício de indulto natalino não retornaram para o presídio. Fato que se repete ano a ano em todo país, e muitos voltam às ruas  para roubar e matar, tudo isso porque nossa legislação permite.

A questão do Código de Proteção ao Menos Adolescente, mencionado em outra matéria nossa com o título, “O Brasil no Limite da Impunidade publicada em 7/11/12”, se tornou a maior arma contra a sociedade. Podemos afirmar que não existem menores entre 14 e 18 anos incapazes e desconhecedores do que é certo ou errado no mundo do crime. Apesar do clamor social, os nossos políticos parecem que estão surdos, dificultam a mudança na legislação não dando a importância e a urgência que a situação requer. Hoje 90% dos noticiários são para mostrar a violência contra cidadãos de bem. Menores que lideram latrocínio e execuções são apreendidos e soltos pelas leis brasileiras. Estamos vivendo um caos social que os políticos têm utilizado apenas para conseguir o seu objetivo eleitoral.

Muita atenção caro cidadão e eleitor! Em menos de dois anos teremos eleições para Governo Federal, Governadores dos Estados, Deputados Estaduais, Federais e Senadores, seria o momento agora, exigirem dos políticos as mudanças. Utilizarmos a força da imprensa e das redes sociais, e impor aos candidatos, sob pena de uma campanha do voto em branco, à mudança do Código Penal em caráter de urgência. Implantar leis mais duras como a “Prisão Perpétua” para retirar definitivamente os marginais de alta periculosidade do convívio social. Também proibir, inúmeros e vergonhosos benefícios como; direito a sexo toda semana com qualquer mulher, desde que cadastrada pelo detento como companheira, saidinhas no natal e em alguns feriados, TV, celular, rádio, banho quente etc. Lembrando que existem outros benefícios que grande parte da população brasileira não desfruta como; médico, e exames laboratoriais, dentista, advogado, assistente social, quatro refeições diárias, abono carcerário para família etc.

Outra mudança importante seria abolir da lei os inúmeros benefícios de progressão de pena para qualquer criminoso, benefícios que deveria existir apenas para criminosos eventuais, tendo os criminosos de alta periculosidade o cumprimento integral da pena.
A vida é feita de escolhas, e a criminalidade e seus riscos é uma delas. Porque sermos complacentes com quem quer correr o risco para custear sua luxúria sem trabalhar? Porque dar privilégios para quem vive do sofrimento de cidadãos honestos como pragas destruindo o sonho de muitos? E ainda dizem que falo demais!
Para a criminalidade, políticos omissos e corruptos. Tolerância zero!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

5 dicas para ser sustentável nas compras do material escolar


Mal começa o ano e as contas já batem na porta. IPTU, IPVA, faturas com os gastos no fim de ano. Janeiro é um dos meses mais complicados financeiramente, em especial, para quem tem uma família para sustentar. Se for o seu caso, confira as dicas a seguir antes de ir às compras dos materiais escolares.




01 - Sebo pode ser uma boa opção: Antes de ir às livrarias, procure nos sebos os livros literários que constam na lista do seu filho. É uma alternativa sustentável que ajuda a economizar dinheiro e fazer com que o mesmo livro seja lido por mais pessoas. Caso não tenha tenho para procurar nos locais físicos entre no site Estante Virtual reúne mais de mil sebos por todo o país.

02 - Compre livros didáticos usados: Os livros didáticos não são tão fáceis de encontrar em sebos, então a alternativa é tentar uma parceria com as pessoas que estão na mesma situação que você: precisam comprar os livros, mas não querem gastar muito. Faça amizade com os pais dos outros alunos do colégio em que seu filho estuda e proponha a venda e compra de livros usados. De acordo com a série, todos poderão comprar e vender mais barato e, no fim, todos se beneficiam.

03 - Feira de troca: Há muitos outros itens necessários, além dos livros. Que tal organizar uma feira dos materiais usados na própria escola? Com autorização da direção você pode organizar uma feirinha com diversos produtos com mochilas e artigos escolares em geral.

04 - Caderno com sobra de folhas: É comum sobrar folhas brancas no caderno usado, então a dica é destacar essas folhas é fazer um caderno novinho. Coloque uma capa e dê para seu filho fazer anotações, usar como rascunho ou até pode servir para desenhar em casa.

05 - Opte por materiais ecológicos: Antes de comprar os materiais e procure a opção mais sustentável. Os ecológicos ajudam o meio ambiente e ainda contêm menos química, que é prejudicial às crianças. Dessa forma, quando for comprar réguas e apontadores, por exemplo, prefira os de metais, que são menos poluentes do que os de plástico. Compre lápis fabricado com madeira certificada e, se possível, utilize calculadoras solares.

É importante se atentar aos materiais escolares que o seu filho já possui. Muitos itens que constam na lista você já pode ter comprado no ano anterior e, quase sempre, é possível reutilizá-los. Se perceber que muitos objetos foram estragados ou perdidos oriente seu filho para zelar mais de seus materiais para que no próximo ano eles voltem em boas condições de uso. Com informações do iBahia.

Forte poluição cobre Pequim e governo anuncia medidas de contenção

A poluição em Pequim, na China, mais uma vez atinge níveis alarmantes. No último domingo (13), o governo emitiu um alerta à população e já no dia seguinte a cidade amanheceu com o céu encoberto.



Segundo a BBC, a imprensa chinesa tem sido dura com as autoridades. As críticas ressaltam o nível histórico de poluição, que sempre foi elevado. Conforme solicitado pelo governo, os moradores têm usado máscaras para evitar possíveis danos à saúde provocados pela névoa que cobre 12 províncias do país.

De acordo com dados oficiais, o nível de poluição no último sábado (12) passou de 400 microgramas de partículas. No entanto, detecções feitas por funcionários da Embaixada dos Estados Unidos mostraram poluição além de 800.

O padrão Organização Mundial de Saúde estipula que a concentração média de partículas de poluição seja de 25 microgramas por metro cúbico. Logo, acima de cem o nível não é considerado saudável. A partir de 300, a recomendação é que crianças e idosos não saiam de casa. Esses números mostram com mais clareza a situação de risco a que estão submetidos os moradores de Pequim.    
Para a OMS, o ser humano pode ter contato diariamente com a poluição no máximo em nível 20. Pois, as partículas podem entrar nos pulmões e a inalação da substância aumenta o risco de infecções respiratórias, câncer no pulmão e doenças cardíacas.

Desde a última segunda-feira (14), os níveis baixaram para 350, segundo afirmam as autoridades chinesas. Também criticada nas redes sociais, a situação fez com que os governantes determinassem medidas para melhorar a qualidade do ar.

De acordo com a Agência Efe, o porta-voz do Ministério de Proteção Ambiental chinês, Tao Detian, afirmou que serão tomadas medidas para limitar as emissões de óxido de nitrogênio. Ele ainda disse que supervisão da produção, o uso e o descarte de veículos será intensificada.

Já foram suspensas as operações de mais de cem fábricas, empresas químicas, refinarias e obras de infraestrutura. Além disso, mais de 30% dos veículos governamentais foram proibidos de trafegar pelas ruas.Com informações do G1 e Info.

Aprenda a transformar latas em luminárias


Muitos alimentos consumidos diariamente vêm armazenados em latas, que após o uso vão para as lixeiras ou para a reciclagem. Porém, existem muitas opções de artesanato para esse material, uma delas é a fabricação de luminárias.

A técnica é simples e o resultado é único, já que varia de acordo com a criatividade de cada pessoa.Os materiais necessários são: lata (qualquer tamanho); martelo; prego; toalha; jornal; arame; alicate; água e tinta spray.

Como fazer:
O primeiro passo é o segredo para que a luminária fique bonita, para isso é necessário encher a lata de água e deixá-la no congelador até que vire gelo. Isso deve ser feito para que a lata não amasse durante as etapas seguintes.

O apoio também deve ser revestido com jornal e uma toalha, para não forçar a lata diretamente em uma superfície dura. A luminária começa a tomar forma quando os furos em sua lateral são feitos. Nesta hora é que entra a criatividade, quanto mais buracos forem feitos mais legal será a maneira como a luz será refletida. Por isso, é possível desenhar formas, como estrelas ou corações, sempre usando o prego e o martelo com cuidado. Faça também dois furos superiores, por onde passará o arame.

Com os furos feitos e o gelo já retirado, passe o spray da cor escolhida, em toda a lata. A pintura deve ficar uniforme e a tinta deve ser aplicada a 25 centímetros de distância. O arame cortado servirá como alça de suporte para a luminária, por isso, deve ser pintado da mesma cor que a lata.

Quando a tinta estiver seca, o arame deve ser passado pelos dois furos superiores e as pontas internas devem ser viradas para dentro, com o uso do alicate. A luminária pode ser usada com velas ou então com lâmpadas.

Redação CicloVivo

Conheça os benefícios proporcionados pelo gengibre


Incluir o gengibre na dieta é uma alternativa que pode trazer diversos benefícios à saúde. As propriedades desta raiz chegam a ser consideradas farmacêuticas e atuam em muitas áreas, ajudando desde o controle de uma inflamação até a perda de peso.
O gengibre é utilizado como um remédio caseiro pelos orientais há pelo menos cinco mil anos. Ainda hoje, a eficiência desta raiz pode ser comparada com remédios industrializados, resultantes de diversas misturas químicas.

Em declaração à revista Viva Saúde, a nutricionista Flávia Bulgarelli, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) explica que o chá de gengibre pode ser usado no combate à gripe e resfriados, aliviando a garganta e as vias respiratórias. Além disso, ele também é eficiente no combate à ressaca.
Outros benefícios do gengibre estão diretamente relacionados à boa forma. Ele acelera o metabolismo e a queima de calorias, reduz a gordura localizada, controla a ansiedade e ainda aumenta a sensação de saciedade. Por todos estes motivos ele é um aliado indispensável a quem quer se manter saudável e em dia com a balança.

O gengibre pode ser consumido de diferentes maneiras. O chá é uma das formas eficientes para tratar infecções. Para emagrecer a dica é misturar uma colher de gengibre ralado ao suco de limão. Mas, ele também pode ser consumido em pedaços, da maneira que melhor lhe aprouver.
Redação Ciclo Vivo

Desperdício alimentar causa Impacto Ambiental

Publicação do Diário das Gerais 16/01/13 PG-09

O investimento em tecnologia de ponta nas últimas décadas colocou o Brasil entre os países mais competitivos do agronegócio no mercado internacional, mas não foi suficiente para acabar com um problema básico: o desperdício de alimentos ao longo da cadeia produtiva.

O Brasil está entre os 10 países que mais desperdiçam comida no mundo. Cerca de 35% de toda a produção agrícola vão para o lixo. Isso significa que mais de 10 milhões de toneladas de alimentos poderiam estar na mesa dos 54 milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza. Segundo dados do Serviço Social do Comércio (Sesc), R$ 12 bilhões em alimentos são jogados fora diariamente, uma quantidade suficiente para garantir café da manhã, almoço e jantar para 39 milhões de pessoas. O Brasil como um país considerado o primeiro em terras agricultáveis com recursos hídricos abundantes, também ostenta um índice triste de irresponsabilidade alimentar com desperdícios e grande impacto ambiental na produção.

A população mundial superou os sete bilhões de pessoas no final de 2011, e as Nações Unidas calculam que poderá atingir os 9,5 bilhões até 2075, aumentando o risco de uma crise alimentar, significa que pode haver mais um terço de habitantes para alimentar até o final deste século. Essa projeção nos dá a dimensão dos problemas que deveríamos dar prioridade para o enfrentamento dessa realidade futura.

A chave da questão é a produção maior de alimentos de forma sustentável, sabendo da finitude dos recursos naturais. As questões sociais também implicam na diminuição dos impactos ambientais, onde uma população socialmente inserida possibilitará uma maior consciência da necessidade de consumir menos e proteger mais os recursos naturais.

Quase a metade dos alimentos produzidos no mundo, ou seja, dois bilhões de toneladas anuais, acaba parando no lixo, segundo um novo relatório publicado no dia 10 de Janeiro por uma organização britânica que pediu urgência na luta contra este tipo de desperdício. A notícia foi destaque em todos os telejornais e jornais do país.

A Instituição de Engenheiros Mecânicos avalia, em seu relatório, que este desperdício se deve a múltiplos fatores, incluindo a falta de estruturas adequadas, as rígidas datas de validade, as ofertas comerciais que obrigam a comprar em grandes quantidades e as manias dos consumidores. Sendo esse um fator importante, devendo o consumidor mudar o seu comportamento comprando o suficiente para o consumo evitando o desperdício.

O estudo, que tem por título "Global Food, Waste Not, Want Not", enfatiza que entre 30% e 50% dos quatro bilhões de toneladas de alimentos que são produzidos anualmente no planeta nunca chegam a ser consumidos.

Só no Reino Unido, até 30% dos cultivos de hortaliças não são colhidos porque sua aparência não cumpre com os critérios exigidos pelos consumidores. Critérios esses que denota uma exigência baseada em uma condição social elevada e uma consciência ambiental ignorada.

Nos Estados Unidos, cerca de 30% dos alimentos, no total de US$ 48,3 bilhões, são jogados no lixo todos os anos somente nas residências, chegando a 100k per capta ano. “É como deixar a torneira aberta e jogar 40 bilhões de litros de água na lata de lixo, suficientes para atender as necessidades domésticas de 500 milhões de pessoas”, diz um estudo elaborado em conjunto pelo SIWI, pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e pelo Instituto Internacional de Administração da Água (IWMI). O trabalho diz que a comida desperdiçada é como a água desperdiçada, devido à grande quantidade do liquido usada no cultivo e no processamento dos alimentos.

São alimentos que poderiam ser utilizados para alimentar a crescente população mundial, assim como os que hoje sofrem com a fome, afirmou. Também é um desperdício desnecessário de terra, água e recursos energéticos que se utilizam para a produção, o processamento e a distribuição desses alimentos. O que causa um impacto ambiental importante.

Por exemplo, cerca de 550 bilhões de metros cúbicos de água - outro bem escasso em muitos países - são usados anualmente para cultivar produtos que nunca chegam ao consumidor, assinala o estudo. Lembrando que a agricultura é responsável por até 70% do consumo da água potável do planeta.

Foram abordados também na pesquisa fatores importantes como as técnicas agrícolas e de engenharia ineficientes, a infraestruturas de transporte e o armazenamento inadequado que contribuem para deterioração de grande parte dos alimentos. Também com grande influência é a exigência dos supermercados por produtos perfeitos e promoções que estimulam o consumidor a comprar mais que o necessário.

A ONU deverá promover ações em conjunto com as nações para ajudar a mudar a mentalidade das pessoas sobre o desperdício e desincentivar práticas que conduzem ao desperdício por parte de fazendeiros, produtores de alimentos, supermercados e consumidores. Sabemos que somente uma ação global poderá tornar eficiente a busca por um planeta sustentável.

O mundo produz diariamente comida em quantidade suficiente para alimentar toda a população do planeta, no entanto a fome mata uma pessoa a cada 3,5 segundos no mundo por não ter acesso a ela. Segundo o Relatório Mundial Sobre a Fome 2006 da ONU, estima-se que existam hoje 854 milhões de pessoas subnutridas no mundo. O documento revela que 300 milhões de crianças passam fome no mundo e 25 mil pessoas morrem por dia de má nutrição ou doenças associadas ao problema. Uma triste realidade que terá obrigatoriamente de ser mudada ou todos sofrerão as consequências sombrias da falta de atitudes dos governantes e do descaso da maioria da população.

Fonte: http://www.imeche.org/Libraries/News/Global_Food_Waste_Not_Want_Not.sflb.ashx
            www.anvisa.gov.br - http://www.opovo.com.br/ 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Surfista brasileiro cria pranchas ecológicas com garrafas PET


A prancha ecológica é uma maneira de agregar crianças de baixa renda ao esporte mais restrito às famílias com melhores condições financeiras. | Foto:Projeto Prancha Ecológica
O surfista brasileiro Jairo Lumertz elaborou um projeto interessante que une seu ofício com a sustentabilidade. Ele ensina crianças a transformar garrafas PET em prancha de surf.
A ideia surgiu durante uma viagem no Havaí, em 2007, e se concretizou tempos depois com a ajuda de amigos aqui no Brasil. Seu objetivo é promover esporte e consciência ambiental entre crianças e adolescentes.
São fabricados e comercializados tradicionalmente dois tipos de pranchas: as de resina de poliuretano com resina de poliéster insaturado e de poliestireno epóxi. Tobias Schultz, um dos membros do projeto, investigou o impacto ambiental de ambas as fabricações e descobriu que os dois tipos geram muita poluição e muito resíduo de matéria-prima. Por isso, as pranchas alternativas são boas opções
Lumertz deixa claro que o produto pode ser feito pelas próprias crianças, mas não deve ser utilizado em ondas muito grandes, afinal, não é tão resistente quanto a prancha convencional. Ao tentar “pegar” uma onda grande há o perigo dela se partir, correndo o risco de machucar alguém e ainda gerar lixo no mar. Em sua página no Facebook, o grupo responde a um membro da rede afirmando que a cola é resistente e especial para a prancha e acidentes desse tipo nunca aconteceram.
Além de ajudar o meio ambiente, a prancha ecológica é uma maneira de agregar crianças de baixa renda ao esporte mais restrito às famílias com melhores condições financeiras. Depois de o projeto ser destaque no Globo Esporte, muitas escolas demonstraram interesse e algumas nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro receberam palestras do grupo.
O Projeto Prancha Ecológica arrecada garrafas PET e latinhas para reciclagem e quem tiver o material para doar pode entrar em contato com o grupo. Com informações do EcoinventosRedação CicloVivo

Metade dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados, afirma relatório

Em todo o mundo são produzidos cerca de quatro bilhões de toneladas de alimentos por ano, porém 30% a 50% deste montante são desperdiçados. Esta é a estimativa do relatório britânico “Global Food; Waste not, Want not” (Alimentos Globais; Não Desperdice, Não Queira).


Produzido pela Institution of Mechanical Engineers, uma organização de engenheiros mecânicos, o documento afirma que o número de humanos atingirá um pico de cerca de 9,5 bilhões de pessoas até 2075. O que significa que serão três bilhões de bocas a mais para alimentar até o final do século.
A projeção, realizada com base nos dados das Nações Unidas, tem como fim apresentar as questões sociais, econômicas, ambientais e políticas que precisam ser abordadas hoje para garantir um futuro sustentável para todos.
O desperdício de alimentos acontece devido, principalmente, aos seguintes fatores: práticas inadequadas no armazenamento, colheita e transporte, assim como o desperdício nas prateleiras do mercado e pelo próprio consumidor.
O instituto também alerta sobre outras questões decorrentes dessa prática insustentável. “Grandes quantidades de terra, energia, fertilizantes e água também são perdidos na produção de gêneros alimentícios, que simplesmente acabam no lixo. Este nível de desperdício é uma tragédia que não pode continuar, se quisermos ter sucesso no desafio de atender nossas demandas de forma sustentável de alimentos no futuro”.
Para enfrentar o desafio, a instituição faz três recomendações: Que a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) trabalhe junto às comunidades ajudando em todas as fases da produção de alimentos; indica também que os governos em desenvolvimento incorporem em sua prática a minimização de resíduos na infraestrutura de transporte e de armazenamento e também que os já desenvolvidos implementem políticas que tornem o consumidor mais consciente e desencorajam os varejistas a realizarem práticas que levem ao desperdício. Para ler o relatório completo clique aqui.  Redação CicloVivo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Conceituando o Meio Ambiente.

Publicado Diário das Gerais Caratinga - dia 09/01/13 PG-09
O entendimento do que é meio ambiente se tornou de grande importância no momento em que o homem passou a compreender que ele não é apenas o dono, mas, parte integrante do meio ambiente e um dos elementos importantes no ciclo da vida.  O conceito de ambiente, ou meio ambiente, está em constante processo de construção. É possível encontrarmos diferentes definições para esse termo que, de acordo com o momento de sua elaboração, ora o restringe, ora o amplia. Abaixo estão apresentadas cronologicamente, para que você possa perceber como esse conceito vem se desenvolvendo ao longo do tempo.

1976 - As condições, influências que envolvem e influem ou modificam: o complexo de fatores climáticos, edáficos e bióticos que atuam sobre um organismo vivo, ou uma comunidade ecológica, e acaba por determinar sua forma e sua sobreviv6encia; a agregação das condições sociais e culturais ( costumes, leis, idioma, religião e organização política e econômica), que influenciam a vida de um indivíduo ou uma comunidade. ( WEBSTER’S. 1976)

1977 - O conjunto, em um dado momento, dos agentes físicos, químicos, biológicos e de fatores sociais suscetíveis de terem um efeito direto ou indireto, imediato ou a termo, sobre os seres vivos e as atividades humanas. (POUTREL & WASSERMAN, 1977)

1977 - A soma das condições externas e das influências que afetam a vida, o desenvolvimento e, em última análise, a sobrevivência de um organismo. (BANCO MUNDIAL, 1977)

1978 – O conjunto do sistema externo físico e biológico, no qual vivem homem e os outros organismos. (PNUMA – Programa da Nações Unidas para o Meio Ambiente, 1978)

1978 – O conjunto de sistemas naturais e sociais em que vivem o homem e os demais organismos e de onde obt6em sua subsistência. ( Conferência de TIBILISI, 1978)

1988 – Conjunto de componentes naturais e sociais, e suas interações em um determinado espaço de tempo, no qual se dá a dinâmica das interações sociedade natureza, e suas consequências, no espaço que habita o ser humano, o qual é parte integrante deste todo. D essa forma, o ambiente é gerado e construído ao longo do processo histórico de ocupação e transformação do espaço da sociedade. (GUTMAN, 1988)

1992 – Qualquer espaço de interação e suas consequências entre a sociedade (elementos sociais, recursos humanos) e a natureza (elementos ou recursos naturais). (QUEIROZ E TRELLEZ, 1992)

            A importância da conceituação  está a forma pela qual se propõem as ações ou se verificam seus impactos ou resultados concretos. Da mesma forma que o conceito se constrói teoricamente, também influencia as ações formais da sociedade. Um exemplo claro disto pode ser observado na inserção paulatina da definição de ambiente nos textos de Leis Federais, Estaduais e Municipais, conforme apresentados pela FEEMA (1990) e pelo IBAMA (1994).

• Decreto-Lei nº 134, de 16/06/1975 – “Estado do Rio de Janeiro: “considera-se meio ambiente todas as águas interiores ou costeiras, superficiais e subterrâneas, o ar e o solo”“.

• Art. 3º, Lei 6938, de 31/08/1981 - Brasil: "Meio ambiente - o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica que permitam proteger e normalizar a vida em todas suas formas".

• Art. 2º, Lei nº 33, de 12/02/1981 - República de Cuba: "É o sistema de elementos abióticos e socioeconômicos com os quais o homem interage à medida que ele se adapta, transformando-o e utilizando-o para satisfazer suas necessidades".

• Environmental Quality Act, 1981 - Estado da Califórnia (USA): "as condições físicas existentes em uma área, incluindo o solo, a água, o ar, os minerais, a flora, a fauna, o ruído e os elementos de significado histórico e estético".

Art. 225, capítulo VI da Constituição Brasileira de 1988, que trata do estabelecimento de direitos e deveres do Estado e dos cidadãos no que tange ao meio ambiente: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à saudável qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações".

Percebemos que o amadurecimento do tema tornou mais complexa a definição de ambiente. Os estudos teóricos e aprendizados práticos que renovam os conhecimentos e produzem novas possibilidades de entendimento do tema ficam mais complexos no momento em que o reducionismo nos estudos e ações gera muitas outas vertentes. Recuperar e preservar o meio ambiente não pode e não deve ser uma tarefa exclusiva do poder público, mesmo porque, a realidade tem mostrado que somente leis, normas, regulamentos e fiscalização punitiva por parte do Estado não são suficientes para deter o avanço do processo de degradação ambiental em curso.

Os problemas ambientais se manifestam em nível local onde os cidadãos em suas comunidades são ao mesmo tempo, causadores e vítimas de parte dos problemas ambientais. O envolvimento social se torna importante uma vez que são essas pessoas quem mais têm condições de diagnosticar a situação. A convivência diária com o problema os credencia a serem os maiores conhecedores e também os maiores interessados em uma solução.

A educação ambiental é uma das ferramentas existentes para a sensibilização e capacitação da população em geral sobre os problemas ambientais. O que buscamos além da sensibilização da sociedade é a sensibilização dos dirigentes globais para formatação de um modelo de educação ambiental mais eficaz. Com a educação é possível, buscar e  desenvolver técnicas e métodos que facilitem o processo de tomada de consciência sobre a gravidade dos problemas ambientais e a necessidade urgente de nos dedicar seriamente sobre eles.

Hoje, diante de ações e projetos existentes em todos os seguimentos sociais é possível perceber que toda a população global está de acordo em que o atual modelo econômico não se pode manter de forma indefinida, sendo necessário estabelecer um novo modelo que não esteja baseado exclusivamente na expansão e no crescimento econômico visando o superávit do PIB, mas no respeite as margens de tolerância de recuperação de nossos ecossistemas, e lembrando que temos apenas um planeta e sua capacidade está além do limite.

É indispensável o trabalho de educação em questões ambientais, dirigido tanto às gerações jovens quanto aos adultos, e que preste a devida atenção ao setor da população menos privilegiado, para ampliar as bases de uma opinião bem informada e de uma conduta de indivíduos, de empresas e de coletividade, inspirada no sentido de sua responsabilidade em relação à proteção e à melhoria do meio em todas as dimensões humanas." (Estocolmo, 1972)

Ficando assim definido o conceito de desenvolvimento sustentável, cujo uso e significado foram consolidados pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento como a "capacidade de atender necessidades atuais sem comprometer as das gerações futuras", explicitando seu conteúdo e pondo-o em conexão com políticas socioeconômicas de caráter internacional, cristalizadas nos debates e nos acordos da Conferência do Rio, em 1992.

Uma vez que o mundo não acabou no dia 21, continuaremos a reafirmar que a Educação Ambiental, é a ferramenta mais eficaz, ou a única ferramenta para conscientização que levará o homem a criar mecanismos que impliquem na preservação do planeta terra.

Aprenda a transformar uma camiseta velha em biquíni


Janeiro, férias, calor. Em um país tropical como o Brasil, a maioria das pessoas querem mesmo ir à praia nesta época. Para aproveitar o sol não pode faltar o filtro solar e o biquíni. Hoje o CicloVivo separou a dica do site Videojug  que ensina como fazer esta peça reaproveitando uma camiseta velha.

O início do ano já chega com o peso das contas para pagar, seja pelos gastos excessivos do fim de ano ou pelo custo do IPTU, IPVA e todas as demais despesas. Para facilitar a vida de quem não quer gastar muito e ainda aprender a reutilizar, evitando compras desnecessárias, a dica é fazer seu próprio biquíni.

Sabe aquela camiseta que está guardada há tempos, esquecida no armário: É ela mesma que você vai utilizar. Só tenha cuidado para não pegar uma camiseta tão velha que já esteja manchada, ou com furos. O ideal é que a camiseta seja feita de tecidos com alguma porcentagem de elastano, para ficar mais ajustado ao corpo.

Para fazê-lo serão necessários os seguintes materiais: Camiseta usada, tesoura, marcador de tecidos, linha, agulha e alfinetes.

Estique a camiseta em uma superfície plana. Com um marcador de tecidos marque os cortes. Faça o desenho de uma ampulheta na peça e corte um quadrado ao redor, como mostra o vídeo abaixo. O corte não atravessa a camiseta inteira, como também é possível ver na imagem.

Dentro da ampulheta prenda alfinetes para manter as duas partes juntas e corte os pedaços de sobra dos tecidos que não formam a ampulheta.

Corte as mangas da camiseta, remova as rebarbas e fique apenas com o tecido em forma de ampulheta e as mangas. Não se desfaça da tira comprida de tecido que não foi cortada, posteriormente ela será utilizada.

Para fazer a calcinha do biquíni dobre as bordas e prenda-as com alfinetes para facilitar a costura. Após costurar as duas bordas, dobre os dois lados para formar a calcinha e também passe a linha.

Para fazer a parte superior do biquíni, pegue as mangas e modele com um corte arredondado. Prenda as bordas, com os alfinetes, para formar dois triângulos. Costure as duas partes, mas lembre-se de deixar um espaço oco na base de cada peça para passar a alça das costas.

Com a parte grande de tecido que sobrou da camiseta corte três tiras: uma para formar as costas e duas para fazer a alça do pescoço. Em cima costure as alças. Passe a tira longa na base e junte as duas peças. Não aperte demais a tira para facilitar a amarração nas costas. E preciso usar uma agulha grande para conseguir passar a tira pela parte oca. Arrume a parte das costas deixando ambos os lados proporcionais. Se achar necessário, costure mais um retângulo de tecido para servir de forro da parte superior do biquíni.

           Confira o passo a passo no vídeo.

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

OPINIÃO? -Quem é mais corrupto, o politico ou o eleitor?

Publicado Diário das Gerais - 08/01/13 Pg.- 09




         Parece difícil dizer quem é mais corrupto, se é o politico ou o eleitor, é como se perguntássemos, “quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha”. Mas podemos afirmar que existe uma   resposta correta para a dúvida em questão, os dois são corruptos igualmente. Quando afirmo essa máxima não quero generalizar, pois, sabemos que existem muitos eleitores conscientes e que também abominam essa prática, e políticos cônscios de suas responsabilidades como representantes da sociedade e que acreditam  em ideais, sendo possível trabalhar com honradez e ajudar a combater os maus políticos.

Nós lamentamos que a imagem do político como homem corrupto e sem caráter, tem afastado de participar da política homens íntegros que temem ser confundidos e classificados como tal, pois não acreditam mais em mudança de comportamento e eficiência da justiça no combate a essa epidemia. E quem perde com essa triste realidade é a sociedade.

Recentemente assistimos pela mídia ao julgamento dos figurões no processo do mensalão. O que nos deixa triste é ver que o STJ a mais alta Corte do País levou meses discutindo o destino dos culpados apesar de tantas evidências que não deixaram qualquer dúvida do comprometimento de todos os envolvidos. E para nossa maior tristeza é de ver alguns dos juízes tentando diminuir a responsabilidade e a pena de muitos dos envolvidos.

Os valores e conceitos de moralidade e respeito à sociedade parecem irremediavelmente perdidos, isso porque acompanhamos nas redes sociais os incontáveis elogios ao Ministro Joaquim Barbosa, como o salvador da pátria, o último homem sério desse país, chegando em algum momento coloca-lo como um provável candidato a Presidência da República. Não que ele não mereça o nosso respeito, mas o Ministro Joaquim Barbosa está simplesmente cumprindo o seu dever de Juiz, que jurou quando assumiu o cargo de trabalhar pela justiça e a moralidade do país e não deveria ser ele uma exceção, mas uma regra em nossos tribunais.

Quando falamos em valores, ética, moralidade nos enoja ver o ex-presidente do PT José Genoíno (SP), condenado no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha, tomar posse como deputado federal. Quando se candidatou em 2010 já era réu no processo que apurava corrupção o que a legislação deveria na época ter indeferido o seu registro.

Como moralizar um país que sua legislação é tão condescendente aos bandidos de colarinho branco? Como valorizar políticos que saqueiam nossos recursos? Como respeitar os responsáveis pela péssima condição da Educação? Como valorizar os homens que roubam os recursos da saúde permitindo que pessoas morram na porta dos hospitais? Como aceitar políticos que negociam a degradação ambiental em benefício das grandes empresas? O pior de tudo é que são eles os únicos que poderiam alterar nossa legislação e dar mais rigidez e eficiência aos tribunais para colocar na cadeia os criminosos de colarinho branco. E agora como ficamos?

Quando chegam as eleições tudo isso fica esquecido, os eleitores acabam vendendo o seu voto de inúmeras formas, elegendo esses que a nossa falha e casuística legislação permitem que concorram a cargos públicos. Dentre os milhares de candidatos eleitos no Brasil nas últimas eleições, existem centenas de candidatos respondendo por processos de improbidade administrativa por lesar o erário público e quase que a totalidade desses candidatos eleitos tomou posse, raríssimas foram as decisões impeditivas.

Como político há mais de trinta anos,  acompanho a evolução social e as mudanças na legislação eleitoral buscando uma solução para essa desagradável e nociva política do “toma lá da cá” e não vejo muita evolução no processo, pois a maioria de nossos legisladores não interessa pela moralidade. Vale lembrar que a Lei da Ficha Limpa só existe porque foi uma iniciativa popular e levou quase dez anos par ser sancionada. Hoje ainda é possível comprar uma eleição sem ser punido pela justiça. O que presenciamos é a dificuldade da justiça em decidir a condenação de alguém, exige-se muito de alguém para provar uma corrupção e muito pouco para se provar a inocência, além das inúmeras possibilidades de recursos jurídicos favorecendo os criminosos.

A justiça deveria ser mais bem aparelhada, considerando material humano para dar agilidade aos processos. Os Juízes deveriam ter mais autonomia, ou se já possuem ser mais corajosos em suas decisões. Quando o ministério público decide por fazer uma denúncia solicitando a cassação de uma candidatura ou um mandato, ele não o faz sem uma fundamentação baseado em provas e evidências. Contudo os juízes na sua maioria sempre preferem as entrelinhas para a absolvição aos contundentes argumentos para condenação.

O princípio da presunção de inocência, hoje convertido em garantia fundamental do indivíduo pela Constituição Federal de 1988, no inciso LVII, do art. 5º, estabelece que " ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória." Sempre recorrem a conhecida expressão: “In dubio pro reo é uma expressão latina que significa literalmente na dúvida, a favor do réu”. O argumento para esse comportamento é que, um erro a favor do réu lhes dá um maior conforto de consciência do que uma condenação injusta. Infelizmente esse argumento e amparo constitucional vêm norteando a maioria das decisões, trazendo assim a certeza da impunidade e aumentando assustadoramente as ações criminosas nas eleições e nas administrações públicas.

A nossa crítica é mais um desabafo. Acreditamos apesar dos tristes acontecimentos, que nosso Brasil tem jeito. Depende apenas do eleitor se conscientizar da importância do voto para eliminar os maus políticos não se tornando um instrumento de corrupção nas eleições “vendendo o seu voto”.

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