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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Educação Ambiental – Quando será?


A falácia dos países desenvolvidos nos dá o nível de comprometimento do homem com o meio ambiente. O capitalismo continua a mover o sentimento dos dominadores do planeta. As evidências no comportamento da natureza não são suficientes para abalar a dureza no coração dos homens.

A Educação Ambiental, há poucas décadas discutida no Brasil, vem demonstrar uma maior sensibilidade e está assumindo novas dimensões a cada ano. Considerando a urgência de reversão do quadro de deterioração ambiental em que vivemos, tem efetivado práticas de desenvolvimento sustentado e melhoria na qualidade de vida de todos e aperfeiçoando as Leis e sistemas de códigos que orientam a nossa relação com o meio natural. Trata-se de compreender e buscar novos padrões, construídos coletivamente, de relação da sociedade com o meio natural. Contudo ainda em uma velocidade aquém da velocidade do consumismo.

A Educação Ambiental está presente nas Propostas Curriculares do Ensino Fundamental em grande parte dos municípios brasileiros. Consideramos que a participação de alunos de todos os níveis em projetos de Educação Ambiental que os aproxime da realidade escolar durante a formação educacional desde o ensino fundamental ao acadêmico, não retrata a realidade das propostas, muita teoria e pouca pratica. A indissociabilidade entre a teoria e a prática referente a educação ambiental, nos dá a dimensão do desafio em promover mudanças imediatas, possibilitando uma práxis comportamental na promoção de um equilíbrio socioambiental.

Somos sabedores da urgente necessidade de transformações para a superação das injustiças ambientais, da desigualdade social, da apropriação desenfreada da natureza - como aliar esse conhecimento à prática como parte de nossa rotina cotidiana? Trata-se de uma crise ambiental nunca vista na história, que se deve à cultura do domínio e do poder.

Precisamos ter coragem para o enfrentamento desses desafios e demandas na perspectiva de uma ética ambiental, devemos considerar a complexidade e a integração de saberes. Somente essas preocupações éticas criam condições de legitimação e reconhecimento da importância de educação ambiental para além de seu universo específico, se complementando em uma inter-relação teórica/prática. As características interdisciplinares da educação ambiental podem fortalecer essa perspectiva de ação, colocando o educando frente a frente com nossa realidade fora das salas de aula.

Continuamos a perguntar. O que mais será preciso para o homem compreender a urgência das mudanças?Somos otimistas, porém, a demora no reconhecimento das instituições em aplicar tais práticas, nos coloca em uma dimensão cósmica de conflitos interior. Em resumo, sem argumentos. Um desabafo!

César Torres

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